quarta-feira, 30 de março de 2011

MES WEBSITES DE HISTOIRE

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quinta-feira, 10 de março de 2011

FRENCH AND ENGLISH REVOLUCTION

Hello, ladies and gentlemen,
Reflecting on the questioning of Professor Wesley below:

"We can conclude that all revolutionary processes are triggered by intellectuals? Or the people have awareness of their condition? Do movements in both an act directed not see? "

1 - Not always the mentor is the ideology of a charismatic leader who draws crowds to its ideals. The French nobility were partly responsible for the French revolutionary process, but other social groups with other interests have joined to make this a turning point in French politics. Karl Marx developed the ideology, but were other charismatic leaders who put their ideas into practice (absurd). Mohammed was not someone who can say that it was an intellectual, but also triggered a revolution in Arab tribes and affected the civil and religious thought in the Middle East today.


2 - The people or the masses are very suggestible, easily seduced by opinion leaders. Poor people in general think the stomach and the nobles for the pleasure of luxury and power. But make no mistake, they know where the callus presses ... The French Revolution occurred because of poor diet diminished and shrank the privileges of the nobles. The error of the French King Louis XVI who wound up for the revolution, was the same mistake made by King Rehoboam of Israel, soon after Solomon's death, but this has built a rich state, but at the expense of efforts of all classes . Rehoboam his son did not realize it was time to loosen the reins and instead wanted to push further, the people asked for reduction of fees and taxes, as the king did not accept there was a revolt and the Jewish State lost 10 of the twelve tribes formed a new state under the command of King Jeroboam. (I Kings 12:3-11).


3 - The third question of Professor Wesley, I see no relationship between the two revolutions. The English industrial revolution did not leave the poor but for entrepreneurs who have come to command the production of goods. The poor in general was transferred from rural to urban areas and their living conditions have improved facilities that were due to industrial production provided.

sexta-feira, 4 de março de 2011

CIVILISATION MAYA










Je vais vous présenter un résumé des travaux du professeur Alexander Guida Navarro intitulé "MAYA CIVILISATION: ARCHÉOLOGIQUE DE FOND et l'historiographie. La position géographique où il a été la civilisation maya couvre un territoire qui fait aujourd'hui partie du Mexique, le Guatemala, le Honduras et le Belize. histoire de ce peuple a été pratiquement divisé en trois phases, selon les experts: Période pré-classique (800 avant J.-C. En 300 après JC) période classique (300 après JC En 900 après JC) et Post Classic (900-1520 AD)
Analyse de l'héritage du peuple maya voir que leurs savants passé une grande partie de son temps dans les études astrologiques, et les prédictions. La région de Tikal est venu à occuper une superficie de 63 kilomètres carrés avec une population d'environ 60.000 personnes.








observations archéologiques ont montré qu'il y avait une baisse dans la culture maya en l'an 800 AD Dans les régions du sud du centre-ville, tandis que celle entre les années 800 à 1000 il ya eu une évolution et de pointe dans les basses terres du nord du Mexique. De nombreux archéologues croient que le déclin de la civilisation maya dans la période post-classique s'est produite parce que les services ne sont plus célébrés dans une grande fête dans les centres urbains et ont commencé à être célébrée dans le culte de famille, avec appel public peu.













Chichen Itza était probablement la ville qui a gouverné la région du Nord. cités mayas étaient importants: Teotihuacan Cacaxtla, Lamanai, Nohmul, Mayapán et Tulum. De nombreux chercheurs et archéologues se sont consacrés à découvrir la vie quotidienne et comment elle s'est développée la culture maya, parmi eux on peut citer: Jeremy Sabloff, J. Eric Thompson, Maler Teoberto, Sylvanus Morley, Andrews IV, Andrews V, Coe William. Il ya encore beaucoup de questions sur le peuple maya et de l'historiographie encore nous donner de nouvelles perspectives sur ce peuple puissant qui a vécu dans l'Amérique précolombienne. (Par l'historien Valdemir Mota de Menezes)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

DOCUMENTO

O documento não é inócuo. É antes de mais nada o
resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente,
da história, da época da sociedade que o produziu,
mas também das épocas sucessivas durante
as quais continuou a viver [...].O documento é monumento.
[...] porque em primeiro lugar o documento é
[...] uma montagem [é] preciso começar por [...] desestruturar
essa construção e analisar as condições
de produção dos documentos-monumentos












LE GOFF, Jacques – “Documento/ Monumento”. In: Enciclopédia Einaudi. Lisboa: Imprensa
Nacional – Casa da Moeda, 1997, volume 1, p. 103–104.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

TRADIÇÃO ORAL

TRADIÇÃO ORAL


A Tradição Oral deve ser estuda com respeito, principalmente porque nós que acreditamos na Bíblia sabemos que Moisés ao escrever o Livro de Gênesis provavelmente lançou mão de tradições orais que falam de Adão e Eva, do dilúvio, da torre de Babel e dos patricarcas Abraão, Isaque e Jacó. (Historiador Valdemir Mota de Menezes)








De acordo com o Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense (CEMOBA):
“No século XX, o advento da tecnologia dos aparelhos eletrônicos, principalmente na gravação dos depoimentos, revolucionou a produção de documentos históricos. A história oral amplia qualitativa e quantitativamente a produção desse conhecimento. [...] Muitos pesquisadores questionam a verdade defendida pelos entrevistadores em seus trabalhos de história oral, mas não devemos esquecer de que muitos documentos escritos deformam e escondem a realidade das sociedades [...] O objetivo da história oral é apresentar depoimentos que auxiliem a contrução do conhecimento da realidade social.”
(disponível em http://www.cemobafluminense.com.br/historiaoral.php , acessado em
01/06/2007)

domingo, 19 de dezembro de 2010

ICONOGRAFIA

No curso de Historia aprendemos a analisar imagens como orienta o Curso da Unimes:

A questão do documento - Ao analisarmos um documento iconográfico,
um vestígio da cultura material pré-histórico, ou mesmo uma peça do
cotidiano é importante a variante de enfoque, de vários ângulos, sob vários
olhares para melhor interpretar o passado e sua polifonia.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

GILBERTO FREYRE E A NOVA HISTÓRIA

Gilberto Freyre e a nova história
PETER BURKE
(Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 9(2): 1-12, outubro de 1997)


RESUMO

Febvre e Gilberte Freyre possuem similaridades em suas Obras em parte porque admiriavam os mesmos autores, como Michelet. A Nouvelle Histoire e a a Civillisation Matérriele escrita na França tem paralelo com o que Gilberto Freure escreveu na década de 30. Na Nova história buscou-se temas inéditos para pesquisa a história como fez Ariès na História da Infância e Vovelle na História da Morte. Freyre também se ateve aos detalhes historiográficos como certa vez disse:


"Há casas cujas fachadas indicam todo um gênero de vida nos seus mais íntimos pormenores. Todo um tipo de civilização. O ‘bungalow’ americano é assim" (Freyre, 1979, p. 315).


Este estudo das mentalidades que caracteriza os trabalhos dos franceses, de certa forma já podia ser visualizada nas obras de Freyre que interpretava uma cultura pelas construções que um determinado grupo erguia. Outra semelhança de Freyre com Braudel foi que este último fez um estudo sobre a história social das cadeiras e mesas e o Freyre sobre as redes e cadeiras de balanço, porque por estas mobílias podia-se interpretar a vida das pessoas naquelas habitações. Ariès realizou seu objetivo de relatar a Historia da Infância, Freyre também tentou foca estudos nesta área como confessou no seu Diário.

"O que eu desejaria era escrever uma história como suponho ninguém ter escrito com relação a país algum: a história do menino brasileiro - da sua vida, dos seus brinquedos, dos seus vícios -, desde os tempos coloniais até hoje"


Muitos dos historiadores dos que viriam a ser a ser da Escola de Annales se encontraram com Freyre em São Paulo e manifestavam interesses comuns na busca de novos caminhos para a historiografia. Febvre chegou mesmo a prefaciar o Livro CASA GRANDE, de Gilberto Freyre, na tradução francesa.

Harry Elmer Barnes, Charles Beard e James H. Robinson, historiadores do movimento NEW HISTORY, nos Estados Unidos com a qual Gilberto Freyre teve contato , todos estes nomes tinham relação com a nova historiografia que mantinha uma interdisciplina com outras matérias. Essas semelhanças de pensamento permite-nos dizer que entre Nova Yorque e Paris, se passava por Recife.